CAM 01 · 22:14
Ele vê o saco no chão
Acompanha o objeto desde a mão de quem carrega e só acusa quando a pessoa se afasta.
O SyndicoAI vigia as câmeras que o condomínio já tem e manda o flagrante no seu WhatsApp — com foto, câmera e horário. Sem câmera nova, sem obra, sem mensalidade de nuvem.
CAM 01 · 22:14
Acompanha o objeto desde a mão de quem carrega e só acusa quando a pessoa se afasta.
Com foto, câmera e horário. Quem recebe o quê é você que decide.
4 CÂMERAS · 0 PENDENTES
Câmeras ao vivo com as caixas desenhadas e som quando chega ocorrência nova.
Ocorrências por dia, por câmera e por horário de pico — e exporta planilha.
entre o flagrante e o aviso no celular do síndico
câmeras novas: usa o DVR que já está instalado
do processamento dentro do prédio — nada vai para a nuvem
visita para instalar, cadastrar as câmeras e testar com você
Cada ocorrência chega com foto, câmera e horário — e fica no relatório do prédio para a próxima assembleia.
O sistema acompanha o saco desde a mão de quem carrega. Se a pessoa se afasta e o saco fica no chão, vira flagrante. Quem leva até a lixeira não gera alerta nenhum.
Você desenha a área na imagem: casa de máquinas, depósito, playground depois das 22h. Acusa quem entra, quem cruza a linha ou quem fica parado tempo demais — só no horário que você armar.
Câmera caiu, você fica sabendo — e sabe também quando voltou. Sem isso o prédio passa o fim de semana confiando numa câmera que morreu na sexta.
Um saco parado no canto há três dias não é notícia. O que vira ocorrência é a sequência inteira — e é por isso que o alerta se sustenta como flagrante na hora da advertência.
CAM 01 · 22:14 · REGRA: LIXO NO CHÃO
Intelbras, Dahua, Hikvision e afins. Um computador pequeno na portaria, na mesma rede do DVR. Se o DVR for antigo e não entregar acesso, o sistema lê a tela do programa que já roda na portaria.
As áreas que devem ser vigiadas, as que devem ser ignoradas e o horário de cada regra. Leva minutos e é feito com você junto.
WhatsApp e Telegram com a foto, som no painel da portaria e histórico para o relatório. Cada pessoa recebe só o que é dela.
Síndico acordado às três da manhã por um saco de lixo desliga a notificação no terceiro dia — e aí o prédio deixa de ser avisado da invasão de verdade. Por isso cada pessoa tem o seu recorte.
Ocorrências por dia, por câmera e por horário de pico. Dá para definir a ronda e a hora da coleta com dado, não com impressão — e exporta planilha.
Câmeras ao vivo com as caixas desenhadas, alertas com foto e som quando chega ocorrência nova. O porteiro marca como visto e o pendente aparece de longe.
Tudo roda num computador na própria portaria. Não existe nuvem, não existe upload, e o sistema continua funcionando com a internet do condomínio caída — que é o estado normal da internet de condomínio.
Vamos até o condomínio, ligamos numa câmera sua e mostramos o alerta chegando no seu celular. Se não funcionar na sua garagem, você descobre em uma tarde — e não em três meses de contrato.
Conta quantas câmeras tem e qual é o problema que mais incomoda.
Levamos o equipamento e conectamos no DVR que já está lá.
Alguém larga um saco de propósito e o alerta chega no seu celular.
Melhor saber agora do que na primeira prestação de contas.
Não. O sistema se conecta ao DVR que já existe. Se a câmera enxerga o chão do corredor ou da garagem, ela serve.
Só para mandar o aviso no celular. A análise roda dentro do prédio e continua funcionando com a internet caída — o alerta fica no painel e sai quando a conexão voltar.
Você escolhe quem recebe o quê: por câmera, por tipo de ocorrência e por horário. Dá para receber só invasão, só de madrugada, só das câmeras da sua torre.
Acontece, e o produto foi feito contando com isso: todo alerta vem com a foto, e quem confere é uma pessoa. A sensibilidade é ajustável por câmera, e as áreas que não devem ser julgadas ficam marcadas como ignoradas.
O condomínio já grava essas imagens; o SyndicoAI olha as mesmas imagens, dentro do prédio, sem identificar ninguém e apagando as fotos no prazo configurado. As obrigações de sempre continuam com o condomínio: aviso visível de videomonitoramento, finalidade declarada e responsável pelo acesso.
Depende de quantas câmeras entram e de como o prédio prefere pagar. Por isso começamos pelo diagnóstico gratuito: primeiro a gente mostra funcionando na sua câmera, depois fala de preço.